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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011


Há algum tempo descobri a recompensa de um bom momento de escrita livre. Um momento onde não existe borracha, onde tudo o que você faz é soltar seus pensamentos numa folha de papel, como se as palavras se organizassem sozinhas, uma deriva compassada. Imaginei que era assim que os grandes autores escreviam seus livros, que um copo de um vinho ruim e algumas citações de Nietzsche. Best-seller pronto! Só isso? Ainda bem que não... Sempre imaginei como seria escrever coisas sobre a vida. Como seria escrever textos que as pessoas leriam, recomendassem, emoldurassem numa armação de carvalho e dependurassem na parede do quarto. O que me fez pensar assim, ainda não descobri. Talvez foi a ilusão de que a mente humana precisa se expressar e que a escrita um dia ia se manifestar em mim, a vontade de trazer ao mundo as palavras que vêm a minha mente e que, pensando melhor agora, não são tão fáceis de se organizar assim.
Eu estou de férias da faculdade, procurando um novo emprego, o sono já me deixou faz tempo e estou entrando num novo grau de sedentarismo – acabei de criar um blog! Céus! Só falta voltar a jogar Ragnarok!!
Acho que todo mundo precisa de uma válvula de escape. Uma descarga para tirar tudo aquilo que ocupa espaço na mente, aquilo que faz mais bem fora do que dentro. Pensamentos tortos, inférteis, idiotas, às vezes úteis ou interessantes, quase sempre estranhos, gélidos, irritantes ou até intrigantes. Sei lá eu o que pode sair dessa cabeça. A última coisa que eu lembro ter escrito foi meu perfil no Orkut (ou Facebook, sei lá)!! Então, é isso que vou colocar aqui. Vai ser minha privada mental.
E falando em privada... Comi um macarrão mais cedo que não me fez tão bem. Vou ver o que acontece, ler algumas páginas de revista e, quem sabe, depois eu conto a experiência.

Beijo na testa

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